Depressivas, fóbicas sociais, borderlines e o feminismo excludente.

Imprensa Feminista

PorVitória Fox

Autor não identificado. Autor não identificado.

Talvez eu não seja a melhor pessoa para tocar nesse assunto, uma vez que não sou psicóloga e nem psiquiatra, mas como depressiva e fóbica social, sinto que essas questões não estão sendo tratadas da forma que deveriam pelos movimentos sociais. E o feminismo não fica de fora.

Por diversas vezes vi companheiras de militância falarem sobre os traumas psicológicos que ficam nas vítimas da violência misógina. Dizer que uma mulher que sofreu diversos abusos no decorrer de sua vida pode vir a desenvolver algum transtorno mental é um genuíno clichê do movimento feminista. Esse problema é mencionado nos livros, nas teorias de gênero, nos coletivos, nos partidos políticos, nas palestras, nos eventos, nos fóruns da internet, mas será que ele é realmente levado a sério?

Se imaginem na seguinte situação: você acabou de ser vítima de um stalker e mesmo após as perseguições cessarem…

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