Momento Musical | The Pierces

Pierces

Se vocês assistiam Gossip Girl (GG)  ou assistem Pretty Little Liars (PLL) provavelmente já conhecem essa dupla. Elas cantaram os singles Secret e Three Wishes em GG, na primeira temporada, e cantam o tema de abertura de PLL, quem inclusive sugeriu a música foi a Ash Benson, estão lembrados agora? Eu sou apaixonada por música , quando se trata das trilhas sonoras, eu sou super curiosa, adoro as soundtracks dos seriados e dos filmes, quando eu ouvi The Pierces pela primeira vez, quis logo baixar o resto das músicas delas. A banda é formada pelas irmãs Nova Iorquinas Allison e Catherine Pierce, eo estilo de música delas é um misto de folk com indie rock (não sou muito boa para definir estilos musicais). O que vocês precisam saber é que elas têm vozes maravilhosas e suas letras  são muito boas, não é nada de muito profuuuundo mas é bem legal de se ouvir. Allison (a loira) é a voz principal e Catherine canta em segunda voz (e a voz dela no fundo deixa a música ainda mais irada).

Deixo vocês agora com algumas músicas da dupla.

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Pastelzinho de Feira de PTS

Olá, hoje trago para vocês uma deliciosa (e bastante fácil) receita de pasteizinhos de feira, aqueles da massa bem fininha que vende em feira (duh!) e também nas pracinhas ou esquinas de vários bairros. Aqui em Salvador é muito difícil encontrar versões veganas desse pastel, no máximo, em lugares que tem a opção de montar o próprio recheio, consigo um de palmito. Mas que bom então que dá pra fazer em casa, né! Eu não sei a quantidade exata dos ingredientes, porque não costumo fazer medição, mas trouxe o valor aproximado

Capturar

Você vai precisar:
1 1/2 xícara de PTS  (PROTEÍNA TEXTURIZADA DE SOJA) miúda (usei a escura, mas pode fazer com a clara também)
1/2 cebola média bem picadinha
3 dentes de alho picados
1/2 pimenta dedo-de-moça picada (opcional)
2 tomates picadinhos
1 1/2 colher de sopa de óleo
sal e cheiro verde a gosto
cominho a gosto
azeitonas picadas a gosto (opcional mas fica muito melhor com do que sem)
1 pacote de massa para pastel, de 1kg deve ser suficiente (leia o rótulo e certifique-se de que não há ingredientes de origem animal) ou você pode fazer a massa caseira, que é bem fácil.
óleo para fritar

Preparo
* Caso você mesm@ vá fazer a massa, comece primeiro fazendo o recheio, assim dá tempo de esfriar

Para começar, hidrate a PTS como de costume (geralmente deixa-se por dez minutos em água fria, mas eu gosto de fervê-la primeiro, lavá-la e aí deixar hidratando em água fria por alguns minutinhos)
Escorra e esprema a PTS e misture à ela todos os ingredientes, com exceção do óleo. (misture bem). Refogue o recheio em uma panela antiaderente com a 1 1/12  colher de óleo. Deixe esfriando e, enquanto isso, prepare a massa (receita aqui), caso você mesm@ faça.Corte a massa no formato desejado (se não tiver comprado pronta) e adicione o recheio já frio. Feche os pasteis apertando as bordas com as mãos e depois pressione as beiradas com um garfo. Frite os pasteis (pode ser afundando-os no óleo ou jogando óleo por cima). Sirva em seguida.

Nota: No preparo do recheio eu acrescentei um pouco de ketchup. Ficou bem molhadinho e super saboroso.
Rende uns 30 pasteis médios. Se for fazer de tamanho comercial, rende uns 40.

5 dicas para se manter criativo

1. Faça listas: porque elas nos faz estabelecer metas e lutar para cumpri-las além de nos tornar pessoas mais organizadas e dizem que a organização é uma das chaves para uma mente mais criativa.


2 . Teve uma ideia? Escreva-a!: porque se você deixar por conta da sua cabeça, é bem provável que você esqueça. Por isso, sempre ande com um bloco de notas, aí você não deixa sua ideia sumir.

3. Permita-se cometer erros: porque com seus erros você se torna mais forte e, como é bem dito popularmente, “é errando que se aprende”.

4. Vá a algum lugar novo: porque quando a gente visita novos lugares, trazemos mais conhecimento em nossa bagagem. E quando falo em lugar novo, não me refiro apenas de outra cidade, país etc., até quando vamos a um outro bairro podemos notar a diferença nas pessoas, na estrutura, nos modos…

5. Termine algo: porque não há nada melhor do que a sensação de concluir uma tarefa. Me sinto mais viva e pronta para a “próxima rodada”.

* As frases em negrito foram retiradas da lista “33 maneiras para se manter criativo”, para conferi-la, clique aqui.

Fotos: Pinterest

Momento Musical | The Rumble Strips

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Foi através da trilha sonora do filme Angus, Thongs and Perfect Snogging, quando foi tocada a música Girls and Boys in Love que ouvi falar pela primeira vez de The Rumble Strips. Como eu tinha gostado bastante da música, que me fazia sentir que estava em Eastbourne, fui procurar por outras da banda e assim que percebi que o som do grupo é realmente bom, resolvi pesquisar um pouco sobre ele. A banda inglesa, vinda lá de Tavistock, Devon (♥) era formada por Charlie Waller (vocais e violão) , Tom Gorbutt (sax, vocais e baixo), Henry Clark (trompete, vocais e piano), Matthew Wheeler (bateria) e Sam Mansbridge (baixo, vocais e tambor). Pelo que li, não é certo o ano em que a banda realmente foi iniciada, uma vez que, seus membros, se conheciam desde a infância e “mexiam” com música juntos mas, em todos os sites que pesquisei, a trajetória do grupo data, “oficialmente” de 2004-2009.

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Pra quem está se perguntando qual o estilo que eles tocavam, a resposta é: inúmeros. Li no Last.fm que, “na referência dada num site de relacionamentos, eles se definem como ‘soul, regional mexican and powerpop'” mas, se vocês ouvirem suas músicas, percebe-se de longe que esses três estilos musicais que o grupo definiu seu som, é apenas um resumão da coisa toda. “Diversas facetas num ‘corpo’ só”, porém sempre deixando algo que a gente consegue identificar logo quem está tocando. Gosto muito da sinceridade dessa frase deles: “Nós realmente não sabemos o que somos, para sermos honestos. Ainda estamos trabalhando nisso”,

O grupo lançou dois álbuns ao longo de sua trajetória, o primeiro, Girls and Weathers, lançado em 2007 depois de uma séries de músicas muito bem sucedidas na Inglaterra é, de longe, o meu preferido, o segundo, Welcome to the Walk Alone, foi lançado em 2009 e também possui músicas muito boas para os ouvidos.

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Enfim, é realmente uma pena que a banda tenha acabado (não sei se oficialmente, mas nunca mais ouvi falar nada sobre ela), mas o importante é que eles deixaram um legado incrível com suas músicas. Para terminar aqui, deixo com vocês uma playlist de cinco das minhas músicas preferidas deles. ps: atentem para o cover da música Back to Black, da Amy Whinehouse que eles fizeram. Perfeição!s2

Fotos: Pinterest

Versão vegana de Kousa Mahshi

Kousa Mahshi é um prato típico da culinária árabe, falando grosseiramente, é apenas abobrinha recheada. Nunca tinha ouvido falar, até um dia que estava sem ideias do que fazer no almoço e fui procurar na internet; daí achei essa versão vegana do prato lá no site Veggi & Tal. Minha mãe quem fez e ficou delicioso. Aparentemente (acompanhei o processo), é muito fácil de preparar e também não é muito demorado, foram cerca de 30 minutos para o resultado final. Confira a receita:

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Você vai precisar:
1 xícara de chá de arroz

1 xícara de chá de proteína de soja texturizada

Sal a gosto

3 tomates picados para o molho

1 cebola grande picada

3 dentes de alho amassados

l colher de sobremesa de sal

1 pitada  de pimenta do reino

1 pitada de noz moscada

1 pitada de cominho

2 colheres de Óleo vegetal para refogar o arroz e a soja.

folhas de hortelã  picadas a gosto

2 abobrinhas grandes ou 4 pequenas

Preparo

Cozinhe o arroz com um pouco de cebola e reserve;

Hidrate a proteína de soja com água quente e um pouco de molho shoyu, após alguns minutos retire o excesso de água espremendo;

Refogue-a com alho, cebola, tempere com a pimenta, cominho, orégano, sal e reserve;

Corte a abobrinha em pedaços e corte-as ao meio, retire o miolo deixando mais ou menos meio centímetro e Cozinhe no vapor.

Obs: Pode utilizar o miolo da abobrinha refogando junto com a proteína de soja.

Misture o arroz com a soja temperada e recheie a abobrinha, coloque em assadeira, com molho de tomate por cima;

Feche a forma com folhas de alumínio e asse por volta de 20 minutos em forno bem quente.

Receita retirada do site Veggi & Tal

Impressões: Razão e Sensibilidade (Sense and Sensibility) 2008

   Dos romances publicados de Jane Austen, Sense and Sensibility (Razão e Sensibilidade) é o meu terceiro preferido, logo atrás de P&P (Orgulho e Preconceito) Persuasion (Persuasão), e eu adoro assistir as adaptações dos livros para o cinema e televisão. Há algum tempo consegui assistir a última (pelo que eu sei) adaptação de Sense and Sensibility para a televisão, é uma minissérie de 2008, desenvolvida em 3 capítulos e produzida pela BBC britânica. Já havia um bom tempo que eu estava querendo assisti-la. 

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   Achei aquele início da série bem picante para uma obra de Jane Austen e, confesso, demorei bastante para entender a razão daquela cena, no entanto, vários pontos positivos marcaram a serie e encobriram o “erro” da primeira cena. Fiquei satisfeita com essa adaptação, gostei, principalmente, da atuação de Hattie Morahan como a querida Ellinor Dashwood, achei que depois de Emma Thompson no papel, não existiria outra Ellinor para mim, mas me enganei, a Emma continua sendo a minha preferida, sem dúvida, mas a Hattie conseguiu me cativar de verdade. Agora vou atentar para algo que me deixou completamente decepcionada: a escolha do ator para interpretar o Willoughby (Dominic Cooper). Nunca detestei tanto um personagem em toda a minha vida, mas, como pra tudo há uma primeira vez, essa versão de Willoughby não me escapou, na minha opinião, o ator não interpretou o personagem dignamente,  já tinha visto le em Mamma Mia e achei que ele fez um bom trabalho mas, nessa minissérie, ele foi decepcionante, sua forma de dar vida ao personagem foi obscura em demasia e ameaçador, só que de um jeito bem forçado; nada nele (atuação) me lembrava de Willoughby. Fico com a minha preferência a Greg Wise mesmo (desculpa Dominic, mas não foi dessa vez :s)

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esq-dir: Edward, Brandon, Willoughby, Ellinor e Marianne

Com relação a atuação da atriz que interpretou a Marianne (Charity Wakefield), eu teria gostado mais dela se não tivesse visto a Kate Winslet no papel mas, ainda assim, ela fez um bom trabalho ao meu ver. O ator que interpretou o Edward (Dan Stevens) foi simplesmente maravilhoso e, ouso dizer, melhor do que o Hugh Grant, achei este último um tanto (ou muito) pateta na adaptação de 95 mas, voltando ao Stevens, ele é sempre um verdadeiro gentleman (para os padrões da época) e quem acompanha Downton Abbey vai concordar comigo, tenho certeza. Agora vamos falar do col. Brandon, gente, que  o David Morrisey manda muito bem nas telas, não é nenhuma novidade para quem já o viu atuando, mas eu babei e babei por ele nessa msérie, ele fez seu trabalho tão bem que eu pude, inclusive, igualá-lo ( e não compará-lo) ao Alan Rickman (Brandon em 95)  na questão eficiência! Eu poderia ficar aqui horas fazendo uma análise completa da msérie e de todos os personagens, mas eu acho que vocês não iriam querer ler.

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   Para finalizar, só mais uma observação: que lugar maravilhoso que escolheram como cenário! Dava até vontade de passar uma temporada inteirinha lá, não sei onde foi, se realmente foi em Devon mas, vou procurar saber depois. E é isso, espero que vocês tenham gostado, fiz o máximo para não soltar spoiler e só vocês podem me dizer se eu consegui (rs). Recomendo a leitura do livro, é realmente maravilhoso e recomendo também que vocês assistam a essa adaptação, vale muito à pena! 

Fiquem com o trailer da minissérie s2.


Fotos: Pinterest

* Post publicado originalmente em 01/09/2013, agora com algumas edições.

Bolinhos de batata com farinha de milho

Olá, continuando minha maratona de posts migrados, trouxe agora essa maravilhosa e super fácil receita de bolinhos de batata com farinha de milho. Peguei a receita lá no blog Ser Vegana. Como eu disse, é bem fácil e o resultado é muito bom, sempre que faço aqui em casa, faço uma boa quantidade, porque como sem culpa vários antes, durante e após o almoço, e todo mundo aqui adora!

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Ingredientes:
2 xícaras de purê de batata com sal
1 1/2 xícara de farinha de milho passada na peneira (usei a farinha flocada)
Sal a gosto
Cebolinha picada a gosto
óleo para fritar
Preparo:
Misture todos os ingredientes enquanto o purê ainda estiver morno e molde os bolinhos com as mãos. Frite em óleo bem quente.
Nota: acho que na receita original a farinha usada nos bolinhos foi da mais fina, pois a textura depois de fritos ficou um tanto diferente da minha, vou testar com a fininha pra confirmar.
Fiz os bolinhos com a metade da quantidade indicada na receita, porque foi apenas para mim e, ainda assim, gerou uns oito bolinhos.
Dica: Coma com ketchup, fica uma delícia! Aproveito para recomendar uma receita de ketchup orgânico caseiro que tem lá no Cantinho Vegetariano.
Da outra vez que fiz, usei coentro e triturei a farinha de milho em flocos no liquidificador, depois peneirei. Ficou ainda mais gostoso! s2
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